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Deus, o egocentrismo e o homem

  Talvez o principal problema da população em relação a existência de um Deus hoje seja o egocentrismo. Isso tanto entre ateus como entre muitos cristãos, pois ambos apresentam a mesma má interpretação, sendo manifestadas de forma diferente.

  Egocentrismo. De forma simples, o homem faz de si mesmo um Deus e quer que todas as coisas girem em torno de si e que todos os acontecimentos sejam de acordo com a vontade deles.

  Tal circunstância é facilmente identificada no ateu, pois seus principais argumentos da não existência de Deus gira em torno das exigências dele (do ateu) que Deus não cumpriu. A aparência de que o mundo foi criado por um Deus é evidente, mas como esse mundo não está de acordo com todas as suas expectativas (isso em vários meios, como pessoais, morais e etc). Ele faz dele o seu próprio Deus e quer que sua vontade seja cumprida.

  Contudo, entre muitos Cristãos a questão não é diferente. Esses, pelo fato de terem (teoricamente) mais intimidade com Deus, pensam que podem cobrar mais de Deus, para que Ele lhes dê o que querem. Isso é muito evidenciado no fato de que muitos Cristãos, igrejas e algumas teologias estão voltadas para o homem e não para Deus (vitória, bênçãos, saúde, obrigação da intervenção em processos naturais e etc).

  Aqui temos duas verdades: (i) todos querem o que é melhor para si e (ii) apresentam um conceito errado de Deus.

  (i) Processo natural, contudo, não conciliável com (ii) e com a lógica, pois em um sistema linear de consumo, se alguém ganha, alguém precisa perder, se não a curto prazo, a longo.

  (ii) As pessoas precisam entender que Deus seria onipotente e onisciente, isso significa que ele fará aquilo que Ele quer, e tendo como o pressuposto bíblico que ele é bom, com a onisciência, temos que mesmo que não entendamos ou que determinado fato não esteja de acordo com a vontade humana, temos que ele está sobre o conhecimento para que todas as coisas encaminhem para o bem (esse bem é o bem para Ele, para sua glória).

  Resumidamente, temos que o homem está querendo ser deus de si mesmo, mas culpando um hipotético Deus. Esses ainda não dobram os joelhos para esse outro Deus. Dessa forma, os homens querem o bem para si e que Deus faça aquilo que eles querem, mas não buscam e se inclinam ao verdadeiro Deus que detém o controle de tudo e tem cono propósito final o verdadeiro bem.

- Jonatas Carlos, 10 de outubro de 2016

Aquele meu amigo

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Aquele meu amigo

  Entre uma das maiores características desse que vos fala, está o pouco falar. Por isso, alguns dizem que sou antissocial e orgulhoso. Bem, tratando o lado da ética onde eu sou definido pelo meu resultado, isso pode ser verdade. Contudo, eu que devo me conhecer um pouco mais que os outros, sei que tudo é uma questão introvertimento e timidez, mas acredito que sou um bom observador. Faço essa introdução não para buscar me apresentar ou querer sua amizade, mas inicio assim para falar que tenho poucos amigos, sendo um deles o assunto dessa minha postagem.

  Nesse tempo especial onde as nossas amizades e relacionamentos são líquidas e superficiais, busquei analisar o que me prendia a esse meu amigo que dá medo em alguns, ódio em outros, mas que é um grande amigo meu. Assim, como uma pessoa sistemática que sou, busquei analisar os meios que me fazem estar intimamente ligado com esse meu companheiro.

  Mas antes de começar, você já parou para pensar que coisa estranha é essa, pensar? Engraçado, nós somos seres pensantes, naturalmente nós somos superiores em relação a todos os animais, essa característica é uma. Digo isso pois em alguns momentos me pego pensando: "Imagine se eu fosse um pássaro. Bem, eu voaria, seguiria meus instintos e morreria." A grande verdade é que algumas humanos pensam isso da própria espécie, mas só o fato deles pensarem nisso já é uma grande diferenciação. Assim, sou diferente de todos os outros animais e diferente de todos os animais da minha espécie pela simples capacidade de pensar. Dessa forma, posso, de alguma forma, ativar milhares de sinapses nervosas, uma série de reações química, pensar e chamar alguém de... amigo. Isso é tão simples e ao mesmo tempo tão incrível! Essa característica decerto nos diferencia e não podemos nos comparar com nada, nesse aspecto.

  Diante disso, uma outra questão que me vem a cabeça é: mas que bulufas me fizeram chegar assim? Digo, em algum momento do nosso universo e do nosso tempo, houve um começo. O absoluto nada e o zero segundos do cronômetro do nosso finito mundo. E agora, nós, criaturas inúteis, pequenas, preguiçosas e pensantes, estamos aqui agora tentando entender como chegar aqui. Ei! Calma. Percebeu como demos um salto imenso? Nós pulamos incríveis ~13,5 bilhões de anos do nada até eu, você e meu amigo. Consegue imaginar como isso foi incrível? Bem, tínhamos uma singularidade, um ponto adimensional com uma super densidade que explodiu, organizou-se e dentre milhares e milhões de variações, mutações e especiações nós estamos aqui, tudo isso a ciência vem cada vez mais explicando em detalhes como tudo aconteceu. É, caro amigo, agora estamos aqui. Somos não só seres que pensam como nossa trajetória já é muito longa, 13 bilhões de anos!

  Se você que me lê e não é meu amigo já pode achar que estou me precipitando ao falar isso, mas lá vem mais um... calma! Digo isso pois algumas pessoas dizem que o universo só existe pelo fato de estarmos aqui. Simples, por sermos criaturas racionais buscamos e sermos seres vivos, tentamos entender o que nos cerca e acabamos por nos deparar com o caminho que nos possibilitou a vida. Mais uma vez eu não sei como reagir quando alguém fala disso. Melhor, sei! E sei que é muito fácil falar isso depois de ter percorrido o caminho e chegado aonde está, na vida. Foram 13 bilhões de anos, uma série de especiações e um caminho probabilístico incrível. E esse último, como bom apreciador da matemática e das ciências naturais, é o que me chama incrível atenção. Por exemplo, lembra do que eu falei no parágrafo passado? Saímos do nada e chegamos aqui, esse caminho que em simples palavras é apenas separado por uma simples letra, andam juntos na realidade por uma questão infinitesimalmente pequena, com o significado da palavra. Como exemplo, já se foi calculado a partir das proteínas que necessitamos, que uma simples vida surgir por acaso é da ordem de 10^40.000 para 1. Essa é apenas uma das infinitesimais probabilidades que são calculadas para a nossa existência, acredita? Isso fica mais bizarro quando sabemos que os filos mais conhecidos que temos hoje surgiram apenas há 530 milhões de anos. Bem, caro amigo, isso me fez pensar em ti, pois diante de tantas possibilidades de não existirmos, existimos, pensamos, sabemos que existimos e nos encontramos.

 Ficaria ainda mais bizarro se uma das principais leis da ciência afirmassem que essa organização é um pouco mais complicada do que parece. Isso porque uma das aplicações da 2ª lei da termodinâmica que é expressa em "A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo" é que tudo no universo tende ao caos e à desorganização. Assim, fica ainda mais inacreditável, caro amigo, que o acaso reservou esse universo, esse tempo, essa probabilidade e essa tendência à desorganização apenas para nós. Tudo foi organizado e milimetricamente encaixado para que essa grande máquina funcionasse e eu te encontrasse.

 Mas que ciência! Quer saber agora? A própria ciência carrega consigo uma máxima de Lavoisier e afirma que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Bem, temos um pequeno problema. Se nós formos puxando, esticando e investigando as coisas que nos cercam, ela chegará em um início. Tudo. Veja as línguas, veja a matéria, veja o tempo, veja os costumes, veja um princípio moral, tudo. A própria ciência afirmar existir, no mínimo, um ponto de singularidade, de onde veio isso? Bem, a ciência ainda não sabe explicar, mas sabemos que todas as coisas tem um começo, sim, tudo foi criado, não foi perdido e ainda se transforma. Assim, amigo, diante dessa criação eu me encontro aqui contigo...

  E que criação! Já te falei sobre a complexidade que é o resultado desse mundo em que vivemos, mesmo sendo ele uma parte extremamente pequeninha no universo, mas estamos aqui. Mas no meio dessa complexidade, você já parou para ver a beleza que ela nos traz? Olhe bem, mesmo ao meio de tanta desgraça que nós fazemos, o mundo ainda é belo, o nascer do sol é belo, as ondas do mar são belas, até o capim pode ser belo. São detalhes, muitos detalhes, e a união desses detalhes nos dá uma imensidão de beleza. Amigo, se você no meio dessa vida corrida ainda não parou para olhar para a beleza do mundo, digo, olhe! Esse deve ser o meu maior presente para você, ou não, pois acredito que em algum momento você já parou para olhar. A minha dica é olhar os céus e as estrelas, a sensação de olhar para algo imenso, longínquo, que nem está mais aí, que é apenas a sua luz que veio viajando por milhares de quilômetros e fazer esse espetáculo me fascina. Todo esse nada virou um algo, entre uma complexidade, organizou-se e cá estou te escrevendo, caro amigo, nascer é vencer o maior desafio da vida.

  Neste curto espaço de uma linha entre o ponto final e o "n" que iniciou esta frase me veio um período de pensamento que gostaria de compartilhar com você. Estava aqui pensando comigo que talvez você não fosse um amigo de verdade, digo, você é muito mandão. Quando eu estava aqui escrevendo suas boas qualidades vi que você estava sempre a me ensinar algo, dizendo que isso é errado, aquilo é certo e etc. De princípio, fiquei meio receoso contigo e mais, até estava ficando com raiva de você. O que mudou? Bem, o que mudou é que eu lembrei que nós, humanos, precisamos sempre de uma primeira referência. Não podemos dizer se algo está subindo ou descendo, acelerando ou desacelerando, fazendo o bem ou o mal sem uma referência, a física é que melhor consegue explicar isso. Então, percebi que isso que fiz, de princípio, parecia mais pirraça do que qualquer coisa, afinal, é óbvio que eu necessitava de uma base moral objetiva, pois senão, esse mundo que já tende à desordem já teria explodido. Então ao invés de ficar com raiva de ti, o que tenho a dizer é muito obrigado.

  Sabe, se tudo fosse perfeito essas diferenciações de base moral provavelmente não existiriam, pois nem seriam necessária. Contudo, caro colega, nós mesmo vimos e ainda vemos como fazemos o mal e como a própria ciência aponta para que o universo tende ao mal. Assim, fica óbvio que pela mesma ideia de puxar e tentar entender o assunto desde o começo, faz-se necessário esse ponto fixo, seja lá qual for, tem que existir apenas um. Nesse meu caso, esse meu ponto fixo é você, seu ditador rs.

 Mas ainda temos um grande problema para enfrentar. Estávamos ainda agora falando sobre a criação das coisas, o ponto zero e estávamos nestes últimos parágrafos falando sobre uma base de certo ou errado para as coisas. Isso é intuitivo, se algo começou, ela tem que ter um começo, se algo é bom ou ruim, temos que ter a base para isso. Mais uma vez digo... calma! Como assim um começo material para o tempo e espaço, digo, como algo pode ter sido criado no espaço e no tempo zero? Ser criado é ser feitura de algo, mas... que algo? Se o tempo é zero, decerto para que algo tenha surgido do zero, esse algo tem que estar fora do espaço-tempo. Nossa! Obrigado, amigo.

 Bem, no início de tudo que conhecemos (o espaço tridimensional e tempo), você veio de "fora" que nós simplesmente não conhecemos, por viver nesse espaço já dito, e simplesmente nos criou. Mas calma, tinha um nada! Você foi lá como criatura perfeita e criou esse universo incrível, complexo e belo. Mais do que isso, você nos criou e nessa complexidade e especiações nos deu a oportunidade de pensar, olhar e entender essa beleza, sou racional e só assim consigo pensar nisso e em ti. Você que desde o começo já estava lá, como o ser perfeito a ser imitado, era a nossa imagem de bom a ser seguida, mas falhamos. Mesmo assim, tu ainda estás aí nos mostramos o que devemos fazer. Diante disso, o mínimo que posso fazer é ser seu. Obrigado, Deus.

-Jonatas Carlos

 O mundo parece reconhecer que houve um começo, que para haver esse começo, algo de fora deve ter criado. Que temos um conceito objetivo de certo e errado, assim, parece que algo deve ser uma base objetiva para termos tais conceitos. Que algo nos fez racional e só assim conseguimos pensar. Que através disso, enxergamos que algo susteve o universo que tende ao caos. Que esse algo deve ter, por probabilidade, especiado e controlado as forças naturais para que o universo e toda a sua complexidade deve ter existido. Mais do que isso, vemos que para tudo que destrinchamos, encontramos um algo como sua base. Bem, não sei você, mas esse algo eu chamo de Deus.


Uma breve análise sobre o Acaso

 Sobre o acaso, se faz necessário iniciar tratando dos seus três principais significados e definições, afinal, não faz sentido buscar entender algo sem saber sobre o que estamos tratando. Assim, temos a "evolução" do seu significado e mais adiante o destrinchamento de suas relações.

I. Conceitos de acaso

I.I. Aristóteles e outros filósofos clássicos tinham como acaso a intersecção fortuita de duas ou mais linhas de casualidade.
I.II. Conceito hodierno de acaso, onde este passa a ser a ausência de qualquer ordem.
I.III. Já entre os naturalistas e materialistas, especialmente, o acaso é uma grande causa, o acaso aqui passa a ser o "é" e não o "não é", dado o segundo ponto. Mesmo assim, este também carrega um conceito acaso cego e não inteligente.

II. Acaso e ateísmo

Com o ateísmo consideram o acaso sendo ou a falta de uma causa ou a própria causa, é retirado a ideia de um criador de seu trono cósmico. Ambos são mutualmente excludentes. Se o acaso existe, Deus não está no controle total do universo.

III. A natureza do acaso

A definição da palavra acaso depende parcialmente da cosmovisão a ser empregada. Dois usos são confundidos: acaso como probabilidade matemática e acaso como causa real. O primeiro é apenas abstrato. A probabilidade não é acaso ou fruto dele pois toda probabilidade é dada a partir das circunstâncias da utilização e de fatores que a geram.

IV. Atribuir poder ao acaso

Os que acreditam no acaso como lei geral, certamente também acreditam em mágica, não em ciência. As leis científicas lidam como o regular e não com o irregular - como o acaso se apresenta. As lei da física, química ou matemática não causam nada; apenas descrevem a maneira como as coisas acontecem regularmente no mundo como resultado das causas físicas.

V. Por lógica temos

O acaso não é uma entidade > não entidades não tem poder porque são o não ser > Dizer que algo acontece ou é causado pelo acaso, é atribuir poder instrumental ao nada.
 É um absurdo afirmar que nada produziu algo.

VI. Causas inteligentes e resultados do acaso

 Causas inteligentes podem justapor-se ao "acaso".
 Por detrás de toda aleatoriedade existe um princípio racional. Neste sentido de acaso, o "acaso" e Deus podem coexistir.

VII. Conclusão

Estritamente falando, o acaso não pode causar ou originar o complexo, quiçá o universo e a vida. Todo evento tem uma casa. Já que o universo manisfesta um complexo irredutível que aponta para uma inteligência, é razoável supor uma causa inteligente. O acaso ou a casualidade aparente (como a loteria ou a mistura de moléculas de ar) faz parte de um desígnio geral, inteligente, na criação.


 Primeira postagem com conclusões baseadas na enciclopédia de apologética de Norman Geisler.

Listagem de Grandes Cientistas Cristãos

    Nos dias de hoje existe uma falácia que rondeia não só o meio cético, mas também entre os teístas, a ideia de que a fé e a racionalidade são totalmente incompatíveis. A partir disso, muitos pensam, por exemplo, que áreas que envolvem a criticidade e o questionamento como a filosofia e a ciência são inconciliáveis com uma vida de autenticidade Cristã. Enganados.
    Diante disso, em nossa primeira postagem sobre 'apologética' fizemos uma pequena passagem sobre a importância que o cristianismo teve sobre a ciência e nessa estarei disponibilizando a maior prova que desmistifica essa estória: fatos! Apresento-vos-lhe uma lista de grandes nomes que tiveram notável importância no campo das pesquisas científicas e acrescentaram para o conhecimento e avanço intelectual para a humanidade.

Alberto Dou Mas de Xaxàs – Um dos matemáticos mais importantes da Espanha. Foi membro da Academia Real de Ciências e um professor de Matemática na Universidad Complutense de Madrid e foi Reitor da Universidad de Deusto de 1974 a 1977;
- Antony Hewish – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1974;
- Arno Allan Penzias – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1978;
- Arthur Holly Compton – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1927;
- Arthur L. Schawlow – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1981;
- Blaise Pascal – Matemático;

- Brian Kobilka  Bioquímica, Prêmio Nobel Americano de Química de 2012;
- Carl Friedrich von Weizsäcker – Físico nuclear alemão e co-descobridor da fórmula de Bethe-Weizsäcker;
- Carolus Linnaeus – Fundador da Biologia Sistemática Moderna;
- Charles Babbage – Matemático e criador do computador;
- Charles Bells – Anatomista - o primeiro homem a mapear extensivamente o cérebro e o sistema nervoso;
- Charles Townes – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1964;
- Francis Collins – Geneticista, Diretor do Projeto Genoma Humano;
- Friedrich Dessauer  Físico, pai da engenharia biomédica;

Gerhard Ertl – Físico, Prêmio Nobel de Química em 2007;
- Georges Cuvier  Fundador dos estudos da Paleontologia e Anatomia Comparativa;
- Georges Lemaître  Engenheiro, Físico, Astrônomo, pai da teoria do “big-bang”;

- Gottfried Wilhelm Leibniz - Matemático, engenheiro e filósofo;
- Gregor Mendel – Pai da Genética;
- Isaac Newton – Formulador da estrutura matemática para o cálculo dos movimentos de todos os corpos do Universo, formulador da Lei da Gravidade, criador do telescópio refletor, etc...;
- Johannes Kepler – Astrônomo e matemático;

John Archibald Wheeler – Um dos últimos colaboradores de Albert Einstein, tentou formular a concepção de Einstein de uma teoria do campo unificado, introduziu a Matriz S, fundamental na física de partículas, foi um dos pioneiros na teoria de fissão nuclear e também é conhecido por cunhar o nome popular para o fenômeno espacial das estrelas colapsadas gravitacionalmente, a expressão buraco negro;
- John Bartram - Botânico – classificou praticamente todas as plantas existentes dos EUA, em sua época;
- John Dalton - Químico, Meteorologista e Físico. Foi um dos primeiros cientistas a defender que a matéria é feita de pequenas partículas, os átomos. É também um dos pioneiros na meteorologia;
- John Flamsteed – Astrônomo, criador do primeiro catálogo de estrelas moderno; 
- John Mitchell - "O pai da Sismologia" e o primeiro a considerar a existência de buracos negros;
- John William Strutt – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1904;

Joseph H. Taylor, Jr – Astrofísico, Prêmio Nobel de Física de 1993;
Joseph Murray - Médico, Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1990;
J. Laurence Kulp – Liderou importantes estudos sobre os efeitos da radiação nuclear e chuva ácida;
- Karl Ernst von Baer - Biólogo, pai da embriologia;
- Karl Friedrich Gauss - Matemático e físico;
- Leonhard Euler  Matemático e físico;
- Louis Agassiz – Geólogo, Paleontólogo - considerado "O Pai da Ciência Glacial";
- Louis Pasteur – Químico e microbiologista;
- Max Planck – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1919;
- Michael Faraday  Descobridor da indução eletromagnética e fundador da Teoria do Campo Eletromagnético;

Nicola Cabibbo  Físico italiano, mais conhecido por seu trabalho sobre a interação nuclear fraca. Ele também foi o presidente do Instituto Nacional de Física Nuclear italiano de 1983 a 1992;
- Nevill Mott – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1977;
- Richard Smalley – Físico, químico e astrônomo, Prêmio Nobel de Química de 1996;
- Robert Boyle – Fundador da Química moderna; 

Robert T. Bakker – O paleontólogo que foi uma figura crucial na revolução sobre o estudo dos dinossauros em 1960 e conhecido pela teoria de que alguns dinossauros eram de sangue quente;
- Roger Bacon – Precursor do Método Científico. Foram seus estudos e experimentos que deram origem, logo após a sua morte, aos óculos e, posteriormente, ao microscópio e ao telescópio;
- Ruy Barbosa de Oliveira - Filólogo e cientista político;
- Samuel Morse – Inventor do telégrafo;

-Sir Robert Boyd – Ciência espacial;
-Sir John Gurdon – Biólogo, agraciado com o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2012;
- Stephen Hales – Fisiologista e Químico. Foi o primeiro a fazer a medição quantitativa da pressão sanguínea. Foram seus experimentos que proporcionaram a criação dos instrumentos usados até hoje para medir a pressão arterial;
- Thomas Bayes – Estatístico, Filósofo, criador do teorema de Bayes , que é essencial para a ciência e para a estatística;
- Thomas Edison – Inventor da lâmpada, do gramofone, do cinetoscópio, da locomotiva;

Walter Thirring – Físico, autor do modelo Thirring em Teoria Quântica de Campos;
Werner Arber – Microbiologista e geneticista, compartilhou o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1978;
- Werner Heisenberg – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1932;
- William Daniel Phillips – Físico, Prêmio Nobel de Física de 1997;
- William Herschel – Astrônomo, descobridor do planeta Urano.


*Fontes:
-http://resistenciaprotestante.blogspot.com.br/2015/11/uma-breve-lista-de-cientistas-cristaos.html
-http://www.respostasaoateismo.com/2015/04/lista-de-cientistas-da-atualidade-que.html

A influência do cristianismo na ciência


       Uma das falácias muito utilizadas hoje em dia por alguns céticos é a divulgação do aparente antagonismo entre uma estrutura genuinamente cristã e o progresso da ciência. Estes, no entanto, parecem ignorar o fato de que inúmeras figuras-chave da história da ciência não só eram cristãos, como foram as suas convicções cristãs que os impulsionaram para a ciência.

      Um dos grandes agentes para a divulgação e manutenção de tal pensamento são os livros didáticos de ciência. Como uma tapa nos cavalos, os livros inteiram os alunos tão somente das descobertas científicas. Ignorando, muitas vezes, as motivações filosóficas ou religiosas que inspiraram os cientistas. Ao que parece, há, na verdade, uma apresentação seletiva na qual são apresentados as exceções: aqueles que negaram as suas crenças religiosas e filosóficas, como é o caso de Galileu e Copérnico. 

        Dessa forma, há uma implícita apresentação positivista da ciência, na qual o progresso científico consiste em uma "emancipação" dos princípios religiosos e metafísico. É comum também os leitores tomarem como verdade, intuitivamente, de que os personagens que lideraram a emancipação científica foram os partidários desse mesmo conceito depreciativo da religião e da metafísica.

                                         "A ciência humana de maneira nenhuma nega a existência de Deus. 
                                         Quando considero quantas e quão maravilhosas coisas o homem 
                                         compreende, pesquisa e consegue realizar, então reconheço claramente
                                         que o espírito humano é obra de Deus, e a mais notável." - Galileu Galilei

      Não é para menos que o conceito de ciência positivista vem sendo amplamente criticado por conta de seus problemas lógicos, de suas análises históricas e do seu objetivo final como sendo a causa inicial. Diante disso, os historiadores da ciência têm desenvolvidos uma nova sensibilidade frente ao motivos extracientíficos no progresso da ciência moderna. Como consequência, é muito mais variada a interpretação do passado da história da ciência. Mas uma coisa fica reconhecidamente clara: A forte influência do Cristianismo, especialmente o reformado, para o progresso da ciência.
       Assim termino o primeiro post do blog, esse que deu início a uma série de postagens que vão envolver conceitos, definições e erros no que envolvem a ciência, fé e cristianismo.

*Esta postagem foi escrita com base nas páginas iniciais do livro "A alma da Ciência"

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